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Professores da rede pública continuam insatisfeitos com o novo reajuste

SIMPERE exige que a Prefeitura do Recife cumpra a lei federal e convoca a categoria para uma paralisação nacional nos dias 14, 15 e 16 de março

Depois de ser divulgado nesta segunda-feira (27) o novo valor do piso salarial nacional, os professores do magistério resolveram manifestar o seu descontentamento contra o novo aumento de 22,22% e o não cumprimento do pagamento dos valores devidos para a categoria do Recife. Apesar da vitória, salário ainda é considerado baixo e muitos se queixam que a lei ainda é desrespeitada na capital.

Com o reajuste estabelecido pelo Ministério da Educação, o piso nacional do magistério irá passar de R$ 1.187 para  R$ 1.451. Segundo a lei federal, nenhum professor pode ganhar menos que esse valor para uma jornada de até 40 horas semanais. O critério usado pelo MEC foi o custo-aluno, ou seja, com base no aumento do gasto por cada aluno no Fundeb.

Mesmo com a medida positiva, os professores da rede pública do Recife ainda estão descontentes com o novo valor e com a real situação da categoria que não recebe o piso estabelecido pelo ministério. Segundo Luiza Lira, coordenadora geral do SIMPERE, a luta pela obrigatoriedade de um piso fixo de R$ 1.937,26 ainda continua. “Além de não concordarmos com o aumento, que não atende as nossas necessidades, a maior preocupação é com o desrespeito por parte do prefeito João da Costa que não paga os valores devidos. Isso é uma desvalorização com o magistério”, complementa. O SIMPERE estará participando de uma audiência no Ministério do Trabalho nesta quarta-feira, a partir das 14h, para discutir o assunto e cobrar medidas do Prefeito João da Costa.

Além destas reivindicações, o SIMPERE também exige o cumprimento da carga horária semanal e da determinação de que um terço da jornada de trabalho do professor seja extra classe. “Devemos ressaltar que o piso vale para todos que cumprem uma carga horária de no máximo 40 horas. E é preciso garantir o cumprimento imediato da Lei do Piso e o respeito aos planos de cargo e carreira”, afirmou Luiza Lira.

E para lutar contra a falta de respeito com os trabalhadores em educação, o SIMPERE convoca a todos os professores da rede pública de Pernambuco para uma mobilização nacional que irá ocorrer nos dias 14, 15 e 16 de março, que tem como objetivo principal o cumprimento da Lei do Piso.

2 respostas to " Professores da rede pública continuam insatisfeitos com o novo reajuste "

  1. Josenildo disse:

    Desejo saber se dentro das reivindicações, consta a luta pela contratação dos últimos aprovados em concurso. Tendo em vista que o número de contratados desde o final do ano passado supera em muito o restante dos aprovados que não foram convocados?

  2. Clarissa disse:

    e formae7e3o para relatores-avaliadores?mas leauqda cara que as empresas usam ( ate9 team departamentos de RH com pessoas cujo trabalho e9 sf3 e apenas esse) pq isto de avaliar pessoas, carreiras e desempenhos ne3o e9 para toda a gente. e9 para quem pode e sabe, certo? JK

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