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Dia nacional de paralisação em Recife e no país foi esquenta da greve geral

Dia nacional de paralisação em Recife e no país foi esquenta da greve geral

Aconteceu nesta quinta-feira o dia nacional de paralisação e mobilização contra Temer e a retirada de direitos. Professores, metalúrgicos, bancários, estudantes, servidores públicos cruzaram os braços e construíram um grande dia de lutas de Norte a Sul do Brasil. Contra as reformas da previdência e trabalhista, o machismo, racismo e homofobia , o PLP 257 e as demais medidas que desmontam direitos históricos da juventude e a classe trabalhadora, os atos pelo país demonstraram a força da unidade na luta entre as centrais sindicais e o conjunto da classe.
Dezenas de trabalhadores estiveram em ato ontem aqui no Recife, que ocorreu em frente a FIEPE.  Professores municipais e federais tiveram presença importante, e deram o recado: “nenhum direito a menos! Rumo à greve geral!”. Contra o governo Temer (PMDB), mas também em forte oposição ao projeto do PT para o Brasil! A luta contra os estupros e a barbárie machista foi pauta dos movimentos sociais presentes na mobilização. É necessário construir nas lutas uma alternativa para os setores mais oprimidos e explorados da sociedade que não passa por governar para os ricos. Somente com a greve geral esta alternativa estará em nosso horizonte!
O SIMPERE marcou forte presença no ato, defendendo os direitos e interesses da classe trabalhadora e da categoria. Apresentou uma postura firme em defesa da educação pública, contra o PL da escola sem partido, na defesa dos direitos trabalhistas, por nenhum ataque ao serviço público e reafirmando a necessidade urgente da CUT, CTB e demais centrais coloquem a greve geral na ordem do dia. Foi destacada a importância de se tirar as lições corretas do processo político que vive o Brasil e chamou atenção à necessidade dos trabalhadores se mobilizarem para derrotar o projeto de Temer e também o do PT.
A CSP Conlutas teve participação importante nos atos e paralisações em todo o Brasil, com fortes colunas e intervenção.  Claudia Ribeiro, diretora do SIMPERE deu a palavra pela central, evocando a importância que terá o próximo dia 29 –data de mobilização e paralisação nacional de metalúrgicos e demais categorias- e a preparação para uma greve geral que derrote os ataques apresentados no governo do PMDB – muitos deles que votaram elaborados e encaminhados ainda no governo Dilma.

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